Fiz esse post somente pra informar que eu estou com um bloqueio de escritor HORRENDO!
Meu livro ainda está no quinto capítulo e eu estou morrendo de preguiça!
OPA, acho que falei demais. (:~)
Mas deixando isso de lado, a minha amiga estrangeira, vinda de muito longe... Londres pra ser exata, pediu-me para que eu traduzisse a fanfic dela, baseada na Saga Twilight (claro né, mana! Ok, parei).
É uma história bem interessante, Bella é uma menina de bar, uma bar-women (não estou certa de que seja isso, mas não poderia ser BAR-MEN) que trabalha há anos no bar (eu não sei o nome ainda) e é uma conselheira de primeira.
Mas a história não começa centrada nela, mas sim na Tanya Denali (acho que é assim) que tem a vida amorosa em tempo de cair aos pedaços mas acaba encontrando o nosso sexy, gostoso, másculo e purpurinado (tudo bem, parei) Edward Cullen, eles se apaixonam à primeira vista e essas coisas.
Só que Tanya tem um "rolo" com outra pessoa e isso acaba complicando a vida amorosa dela, novamente.
Edward é deixado por Tanya algumas vezes e vai num bar, a procura de embriagues e solidão, porém ele encontra Bella Swan (nossa bar-women), ela o ajuda e os dois virão amigos, amigos somente gente! Não pensem besteira!
Ai, cansei de dar a sinopse, é muito grande! --'
Só vou dar um último aviso, meu livro ainda está incompleto e eu já tenho a fanfic em mãos para traduzir.
PS: Talvez eu vá postar a fic nesses sites:
www.twilightbrasil.net/fanfics
ou www.fanfiction.net/
São bons sites para fics, aproveitem e vão ler algumas delas.
:*
Helen Emilly RPM
PSS: Eu criei o grupo RPM no messenger, quem gosta de Robert Pattinson pode me adicionar, afinal temos coisas em comum!
MSN: group339122@groupsim.com
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Carlisle, a transformação (fanfic).
Só um aviso:
Quem não gosta de spoilers não lê.
Outro aviso:
LEIA! (Me empolguei)
Acordei cedo pela manhã, por volta de cinco da madrugada. Preparando-me para caçada.
Quando meu pai faleceu fui encarregado das incursões, ou seja, caçar vampiros.
E eu já tinha uma pista de onde eles estavam, – no esgoto, saindo à noite para caçar – e eu conseguiria, faria isso pelo meu pai. Esse era o meu incentivo.
Fui à cidade juntar o grupo de protestantes, acendendo as luzes da cidade enquanto eu passava pelas ruas. Homens e mulheres com os seus archotes e forcados formando um verdadeiro exército atrás de mim, decididos a exterminar a ameaça.
Chegamos a uma rua sem saída, com uma entrada de esgoto no fim, e perto de nós – à direita – havia um beco escuro.
Esperamos até que um dos monstros saísse, - alguns de olho na entrada e outros conversando variedades de verdadeiras carnificinas. Eu estava calmo e controlado por fora, mas por dentro, os meus pensamentos estavam num tremendo caos.
Matar um vampiro é fácil, corte-o em pedaços e queime até que seus ossos virem pó.
Mas e se eu não conseguisse pegá-lo? Se isso fosse somente superstição? As pessoas não confiariam mais em mim, eu teria que matar uma pessoa inocente para que eles não se voltassem contra mim.
Nunca fui melhor que meu pai. Sou uma decepção.
Ou pior, se todos nós morrermos?
Quando o sol estava a pino havia pessoas ainda ansiosas e outras já desacreditadas.
Coloquei meu forcado ao lado do banco em que eu estava sentado e coloquei a cabeça entre os joelhos.
“Ele não vem, isso é tudo mentira. Um inocente vai ter que morrer...” – pensei, e de repente alguém gritou.
- Vampiro! – a voz era desconhecida para mim, mas era uma mulher. Eu tentava descobrir de quem era a voz enquanto todos ficavam alvoroçados. E entendi que ela não estava de brincadeira.
Levantei minha cabeça e me arrependi.
Do bueiro saía um homem misterioso encapuzado, tornando impossível a visão do seu rosto, sua pele estava toda coberta.
Todos ficaram de pé e eu me posicionei na frente do exército, como líder. O monstro percebeu a ameaça e gritou umas palavras em latim que ninguém pareceu entender.
Ele correu em direção ao beco que ficava perto de mim e consegui acompanhá-lo enquanto liderava a perseguição.
Fiquei intrigado com esse vampiro. Eles não podiam correr na velocidade da luz? Então por que eu conseguia acompanhar este facilmente?
Enquanto eu devaneava, chegava cada vez mais perto do monstro, apertei o passo até que faltava apenas dois metros para alcançá-lo. E este me surpreendeu quando virou e me atacou.
Eu caí no chão e ele foi junto comigo, tentando me morder.
Por sorte, meu forcado estava em minhas mãos e usei-o para me proteger da mordida enquanto os dentes dele batiam perto do meu pescoço.
Nunca fiquei tão desesperado em minha vida.
Eu gritava alto enquanto os meus olhos literalmente saltavam pra fora do meu rosto. Eu ia morrer, tinha convicção disso.
O vampiro parou de tentar morder meu pescoço, por um momento pensei que ele tinha desistido, fechei meus olhos por um segundo e senti a pele do meu braço direito sendo rasgada, – do meu pulso ao meu cotovelo – automaticamente abri os olhos e agarrei meu braço, gritando de dor, enquanto o forcado caía no chão ao meu lado e eu sangrava sem parar. O vampiro enlouqueceu com o sangue e começou a morder o meu braço. Eu gritava de dor, nunca senti tanta em toda a minha vida.
- Me mate, eu quero morrer! Não agüento essa dor, está queimando! Socorro! – Gritei, enquanto era sugado pelo vampiro.
Mas o meu pedido não foi atendido.
As pessoas começaram a chegar e nos cercaram enfiando seus archotes e forcados no vampiro que me sugava, sem sucesso evidente.
Até que ele se irritou e virou-se para a multidão, agora quase renovado – antes ele estava fraco, por isso consegui acompanhá-lo.
Enquanto a carnificina começava e sangrava para todos os lados eu gemia de dor me contorcendo no chão, pedindo ajuda. Meu corpo inteiro queimava.
Mas ninguém me ouviu.
Uma voz soou na minha mente tomada pela dor.
“Você foi mordido, saía daí agora!”
Obedeci à voz e arrastei meu corpo para outro beco – mais escuro e imperceptível – tentando não ser pisoteado ou chamar atenção do vampiro.
Minha visão estava nublada, no meio do caminho eu entrei na inconsciência. Fechei meus olhos e parei, desistindo.
“Não desista agora, você vai conseguir. Vamos, meu filho”.
De repente uma mulher de vestido branco apareceu, ela sorria pra mim enquanto os vento brincava com seus grandes cabelos loiros. Seus olhos azuis como safiras brilhavam dando-me apoio.
Não sei como, mas a reconheci.
“Mãe?” – eu disse, a voz embargada.
“Sim, sou eu”.
Ela correu em minha direção e me abraçou.
“Vá, se esconda. Sua hora não chegou ainda”.
Ela sussurrou em meu ouvido e olhou nos meu olhos.
“Eu farei isso” – disse a ela, com um selo de promessa.
Ela acenou com a cabeça e sumiu.
Abri os olhos e olhei em volta, minha visão estava escassa, mas vi que o vampiro corria atrás de uma mulher enquanto a multidão corria atrás dele.
Antes que me vissem corri para o beco e por sorte lá tinha um porão.
Enquanto me arrastava, a dor ia me dominando e quando eu estava perto de desistir uma força me ajudava.
Escondi-me dentro de um dos sacos de batatas podres dentro do porão; elas fediam, mas nada era pior do que a dor que eu estava sentindo. Tudo em mim queimava, deixando-me dormente e tonto.
Fiquei quieto, a boca formando uma linha rígida, impedindo-me de gritar.
Por um milagre ninguém foi atrás de mim.
E eu fiquei naquele porão por três dias esperando pela transformação.
The End!
Gostaram? Comentem.
Se vocês mostrarem que gostaram mesmo eu posto o resto.
:*
Helen Emilly RPM
Quem não gosta de spoilers não lê.
Outro aviso:
LEIA! (Me empolguei)
Acordei cedo pela manhã, por volta de cinco da madrugada. Preparando-me para caçada.
Quando meu pai faleceu fui encarregado das incursões, ou seja, caçar vampiros.
E eu já tinha uma pista de onde eles estavam, – no esgoto, saindo à noite para caçar – e eu conseguiria, faria isso pelo meu pai. Esse era o meu incentivo.
Fui à cidade juntar o grupo de protestantes, acendendo as luzes da cidade enquanto eu passava pelas ruas. Homens e mulheres com os seus archotes e forcados formando um verdadeiro exército atrás de mim, decididos a exterminar a ameaça.
Chegamos a uma rua sem saída, com uma entrada de esgoto no fim, e perto de nós – à direita – havia um beco escuro.
Esperamos até que um dos monstros saísse, - alguns de olho na entrada e outros conversando variedades de verdadeiras carnificinas. Eu estava calmo e controlado por fora, mas por dentro, os meus pensamentos estavam num tremendo caos.
Matar um vampiro é fácil, corte-o em pedaços e queime até que seus ossos virem pó.
Mas e se eu não conseguisse pegá-lo? Se isso fosse somente superstição? As pessoas não confiariam mais em mim, eu teria que matar uma pessoa inocente para que eles não se voltassem contra mim.
Nunca fui melhor que meu pai. Sou uma decepção.
Ou pior, se todos nós morrermos?
Quando o sol estava a pino havia pessoas ainda ansiosas e outras já desacreditadas.
Coloquei meu forcado ao lado do banco em que eu estava sentado e coloquei a cabeça entre os joelhos.
“Ele não vem, isso é tudo mentira. Um inocente vai ter que morrer...” – pensei, e de repente alguém gritou.
- Vampiro! – a voz era desconhecida para mim, mas era uma mulher. Eu tentava descobrir de quem era a voz enquanto todos ficavam alvoroçados. E entendi que ela não estava de brincadeira.
Levantei minha cabeça e me arrependi.
Do bueiro saía um homem misterioso encapuzado, tornando impossível a visão do seu rosto, sua pele estava toda coberta.
Todos ficaram de pé e eu me posicionei na frente do exército, como líder. O monstro percebeu a ameaça e gritou umas palavras em latim que ninguém pareceu entender.
Ele correu em direção ao beco que ficava perto de mim e consegui acompanhá-lo enquanto liderava a perseguição.
Fiquei intrigado com esse vampiro. Eles não podiam correr na velocidade da luz? Então por que eu conseguia acompanhar este facilmente?
Enquanto eu devaneava, chegava cada vez mais perto do monstro, apertei o passo até que faltava apenas dois metros para alcançá-lo. E este me surpreendeu quando virou e me atacou.
Eu caí no chão e ele foi junto comigo, tentando me morder.
Por sorte, meu forcado estava em minhas mãos e usei-o para me proteger da mordida enquanto os dentes dele batiam perto do meu pescoço.
Nunca fiquei tão desesperado em minha vida.
Eu gritava alto enquanto os meus olhos literalmente saltavam pra fora do meu rosto. Eu ia morrer, tinha convicção disso.
O vampiro parou de tentar morder meu pescoço, por um momento pensei que ele tinha desistido, fechei meus olhos por um segundo e senti a pele do meu braço direito sendo rasgada, – do meu pulso ao meu cotovelo – automaticamente abri os olhos e agarrei meu braço, gritando de dor, enquanto o forcado caía no chão ao meu lado e eu sangrava sem parar. O vampiro enlouqueceu com o sangue e começou a morder o meu braço. Eu gritava de dor, nunca senti tanta em toda a minha vida.
- Me mate, eu quero morrer! Não agüento essa dor, está queimando! Socorro! – Gritei, enquanto era sugado pelo vampiro.
Mas o meu pedido não foi atendido.
As pessoas começaram a chegar e nos cercaram enfiando seus archotes e forcados no vampiro que me sugava, sem sucesso evidente.
Até que ele se irritou e virou-se para a multidão, agora quase renovado – antes ele estava fraco, por isso consegui acompanhá-lo.
Enquanto a carnificina começava e sangrava para todos os lados eu gemia de dor me contorcendo no chão, pedindo ajuda. Meu corpo inteiro queimava.
Mas ninguém me ouviu.
Uma voz soou na minha mente tomada pela dor.
“Você foi mordido, saía daí agora!”
Obedeci à voz e arrastei meu corpo para outro beco – mais escuro e imperceptível – tentando não ser pisoteado ou chamar atenção do vampiro.
Minha visão estava nublada, no meio do caminho eu entrei na inconsciência. Fechei meus olhos e parei, desistindo.
“Não desista agora, você vai conseguir. Vamos, meu filho”.
De repente uma mulher de vestido branco apareceu, ela sorria pra mim enquanto os vento brincava com seus grandes cabelos loiros. Seus olhos azuis como safiras brilhavam dando-me apoio.
Não sei como, mas a reconheci.
“Mãe?” – eu disse, a voz embargada.
“Sim, sou eu”.
Ela correu em minha direção e me abraçou.
“Vá, se esconda. Sua hora não chegou ainda”.
Ela sussurrou em meu ouvido e olhou nos meu olhos.
“Eu farei isso” – disse a ela, com um selo de promessa.
Ela acenou com a cabeça e sumiu.
Abri os olhos e olhei em volta, minha visão estava escassa, mas vi que o vampiro corria atrás de uma mulher enquanto a multidão corria atrás dele.
Antes que me vissem corri para o beco e por sorte lá tinha um porão.
Enquanto me arrastava, a dor ia me dominando e quando eu estava perto de desistir uma força me ajudava.
Escondi-me dentro de um dos sacos de batatas podres dentro do porão; elas fediam, mas nada era pior do que a dor que eu estava sentindo. Tudo em mim queimava, deixando-me dormente e tonto.
Fiquei quieto, a boca formando uma linha rígida, impedindo-me de gritar.
Por um milagre ninguém foi atrás de mim.
E eu fiquei naquele porão por três dias esperando pela transformação.
The End!
Gostaram? Comentem.
Se vocês mostrarem que gostaram mesmo eu posto o resto.
:*
Helen Emilly RPM
segunda-feira, 20 de julho de 2009
IMPORTANTE!
Oi pessoal, tudo bem?
Beleza.
Pessoas - não vou dizer quem - me perguntaram sobre o que falava o livro e tal...
E eu toda abobalhada não expliquei!
Desculpa, viu?
Então eu estou aqui - em carne e osso - pra explicar sobre o Valsore (meu livro)!
1º:
Eu irei mudar o nome do livro, não será mais Valsore. Apartir de agora será...
Emerso!
Tenho certeza que alguém achou peba ou mesquinho mas é porque não sabem o significado.
De acordo com o dicionário emerso significa:
emerso (é)
adj.
Que emergiu; que saiu de baixo de água ou donde estava mergulhado.
E você diz: "Nossa entendi tudo!".
Esperem!
O que significa emergir?
emergir
v. intr.
1. Sair de onde estava mergulhado.
2. Despontar, elevar-se (como se saísse das ondas).
3. Assomar, manifestar-se.
4. Acontecer; ocorrer; resultar.
5. Fís. Sair (de um meio depois de o ter atravessado).
E é ai que eu quero chegar!
4. Acontecer; ocorrer; resultar.
Como se saísse das ondas...
Não entendeu nada, não é?
Vou explicar melhor.
Rose Emilie é uma jovem independente - isso mesmo 18 anos - que ainda mora com os pais. Ela tem uma família rica, seus pais ganharam na mega-sena (criatividade solta) e ela cuida da irmã de 14 anos, ela faz o primeiro período de medicina e sua casa é usada como república por suas amigas. Ela namora com o Thomas, um fumante, por isso seu namoro é perigoso.
Até ai ela tem a vida perfeita, tudo na paz...
Mas depois ela vai passar por uma MUDANÇA DE VIDA (aii que entra o título, entendeu?)!
Ela acaba sendo vítima de uma experiência. Um vampiro solitário, chamado Lian Tepe (bonito ou não? Foi o Mady que inventou...), à procura de companhia que a leva para os perigos do sobrenatural, transformando-a em vampira, mas como ela tem o sangue FORTE, por assim dizer, ela não consegue se transformar - por algum motivo desconhecido.
Ela conhece uma especie de "sociedade" que fazem cultos de sacrificios, e como ela é meia-vampira a usam como um dos seus sacrifícios - aqui os meios-vampiros são como os humanos, só que com um pouquinho só de sede de vez em quando.
Ela sofre perigo sendo assim, porque ela sabe da verdade e então isso pode se voltar contra ela se ela for fraca. Mas ela teme a transformação porque ela pode se arrepender.
Acaba tendo que conhecer o pior clã de todos os Valsore, um clã de vampiros "perfeitos" que fazem o culto de transformação perfeito.
Uma história cheia de reviravoltas e loucuras.. *-*
É muito show - essa explicação ficou um saco, mas beleza.
ATUALIZAÇÃO: Qualquer dúvida já sabem, comentários!
Beleza.
Pessoas - não vou dizer quem - me perguntaram sobre o que falava o livro e tal...
E eu toda abobalhada não expliquei!
Desculpa, viu?
Então eu estou aqui - em carne e osso - pra explicar sobre o Valsore (meu livro)!
1º:
Eu irei mudar o nome do livro, não será mais Valsore. Apartir de agora será...
Emerso!
Tenho certeza que alguém achou peba ou mesquinho mas é porque não sabem o significado.
De acordo com o dicionário emerso significa:
emerso (é)
adj.
Que emergiu; que saiu de baixo de água ou donde estava mergulhado.
E você diz: "Nossa entendi tudo!".
Esperem!
O que significa emergir?
emergir
v. intr.
1. Sair de onde estava mergulhado.
2. Despontar, elevar-se (como se saísse das ondas).
3. Assomar, manifestar-se.
4. Acontecer; ocorrer; resultar.
5. Fís. Sair (de um meio depois de o ter atravessado).
E é ai que eu quero chegar!
4. Acontecer; ocorrer; resultar.
Como se saísse das ondas...
Não entendeu nada, não é?
Vou explicar melhor.
Rose Emilie é uma jovem independente - isso mesmo 18 anos - que ainda mora com os pais. Ela tem uma família rica, seus pais ganharam na mega-sena (criatividade solta) e ela cuida da irmã de 14 anos, ela faz o primeiro período de medicina e sua casa é usada como república por suas amigas. Ela namora com o Thomas, um fumante, por isso seu namoro é perigoso.
Até ai ela tem a vida perfeita, tudo na paz...
Mas depois ela vai passar por uma MUDANÇA DE VIDA (aii que entra o título, entendeu?)!
Ela acaba sendo vítima de uma experiência. Um vampiro solitário, chamado Lian Tepe (bonito ou não? Foi o Mady que inventou...), à procura de companhia que a leva para os perigos do sobrenatural, transformando-a em vampira, mas como ela tem o sangue FORTE, por assim dizer, ela não consegue se transformar - por algum motivo desconhecido.
Ela conhece uma especie de "sociedade" que fazem cultos de sacrificios, e como ela é meia-vampira a usam como um dos seus sacrifícios - aqui os meios-vampiros são como os humanos, só que com um pouquinho só de sede de vez em quando.
Ela sofre perigo sendo assim, porque ela sabe da verdade e então isso pode se voltar contra ela se ela for fraca. Mas ela teme a transformação porque ela pode se arrepender.
Acaba tendo que conhecer o pior clã de todos os Valsore, um clã de vampiros "perfeitos" que fazem o culto de transformação perfeito.
Uma história cheia de reviravoltas e loucuras.. *-*
É muito show - essa explicação ficou um saco, mas beleza.
ATUALIZAÇÃO: Qualquer dúvida já sabem, comentários!
sábado, 11 de julho de 2009
Prólogo Valsore:
Olha eu resolvi desistir dessa sinopse e fiz logo o prólogo que é bem mais legal...
E tá aqui pra vocês:
Lá estava eu, no chão, suja pelas folhas e pelas raízes enquanto formigas passeavam pelo meu corpo.
Minha cabeça doía e a minha garganta queimava como um prédio em chamas.
Sentei-me lentamente e tirei de uma por uma as formigas do meu corpo, mas o movimento pareceu durar menos de um segundo. Estranho.
Olhei ao meu redor, e o que vi?
Tudo.
Ficou bom? Comentem!
:*
ATUALIZAÇÃO: Eu cortei a última parte porque o Mady disse que ia ficar MISTERIOOOSO se eu cortasse sabe... Como tipo.. Tudo o que? Ai meu deus eu quero saber! *-*
Mas eu gostei.
E tá aqui pra vocês:
Lá estava eu, no chão, suja pelas folhas e pelas raízes enquanto formigas passeavam pelo meu corpo.
Minha cabeça doía e a minha garganta queimava como um prédio em chamas.
Sentei-me lentamente e tirei de uma por uma as formigas do meu corpo, mas o movimento pareceu durar menos de um segundo. Estranho.
Olhei ao meu redor, e o que vi?
Tudo.
Ficou bom? Comentem!
:*
ATUALIZAÇÃO: Eu cortei a última parte porque o Mady disse que ia ficar MISTERIOOOSO se eu cortasse sabe... Como tipo.. Tudo o que? Ai meu deus eu quero saber! *-*
Mas eu gostei.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Boas Notícias! (Good News!)
Começei - finalmente - a escrever novamente, estava com saudades do teclado...
Mas enfim, eu estou finalmente voltando a escrever depois de muito tempo e gostaria de saber se vocês gostariam de participar do meu livro. Gostariam?
Se quiserem comentem porfavor com os seus respectivos nomes, idades, cidades e estados e um pouco de suas personalidades.
Já tenho alguns amigos participando, creio que vocês não irão se arrepender.
Beijos.
Helen Emilly RPM
OBS: Posteriormente estarei postando uma sinopse do livro, beleza?
ATUALIZAÇÃO:Gente, por favor, descrevam como vocês vão querer a personagem! Exemplo:
Loira, olhos verdes, gorda, alta, simpática, louca, barraqueira, fumante...
Sei lá, somente quero que vocês expressem as suas personalidades, em vez de eu inventar uma!
*** In English ***
Started - finally - to write again, was to miss the keyboard ...
I am finally to writing after a long time and wonders if you would like to participate in my book. Like?
If you like please comment with their names, ages, cities and states and a bit of their personalities.
I have some friends involved, I think you will not be worry.
Kisses.
Helen Emilly RPM
Note: Later will be posting a synopsis of the book, ok?
UPDATE: People, please describe how you will want the character! Example:
Blonde, green eyes, fat, tall, nice, crazy, smoking ...
Whatever, just want you express their personalities, rather than I invent one!
Mas enfim, eu estou finalmente voltando a escrever depois de muito tempo e gostaria de saber se vocês gostariam de participar do meu livro. Gostariam?
Se quiserem comentem porfavor com os seus respectivos nomes, idades, cidades e estados e um pouco de suas personalidades.
Já tenho alguns amigos participando, creio que vocês não irão se arrepender.
Beijos.
Helen Emilly RPM
OBS: Posteriormente estarei postando uma sinopse do livro, beleza?
ATUALIZAÇÃO:Gente, por favor, descrevam como vocês vão querer a personagem! Exemplo:
Loira, olhos verdes, gorda, alta, simpática, louca, barraqueira, fumante...
Sei lá, somente quero que vocês expressem as suas personalidades, em vez de eu inventar uma!
*** In English ***
Started - finally - to write again, was to miss the keyboard ...
I am finally to writing after a long time and wonders if you would like to participate in my book. Like?
If you like please comment with their names, ages, cities and states and a bit of their personalities.
I have some friends involved, I think you will not be worry.
Kisses.
Helen Emilly RPM
Note: Later will be posting a synopsis of the book, ok?
UPDATE: People, please describe how you will want the character! Example:
Blonde, green eyes, fat, tall, nice, crazy, smoking ...
Whatever, just want you express their personalities, rather than I invent one!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O primeiro beijo...
Nem vou comentar nada, lê logo, você vai gostar! *-* Vai!
Jacob Black and Renesmee Black
The First Kiss
Fanfic written by: Helen Emilly
- La Push.
- Como é bom estar em casa – suspirei, tentando absorver o máximo do aroma marítimo e calmante.
É incomparável poder sentir essa brisa levar os meus cabelos ao vento e ver esse mar mover-se graciosamente como uma bailarina numa sincronia irreproduzível e calculada; onda, fluxo e refluxo.
Posso até imaginá-la dançando.
Sinto-me livre. É bom às vezes nos distanciarmos das preocupações e reviver a vida. Principalmente quando estou ao lado dela...
Andávamos junto ao mar, nossos pés igualmente descalços molhados pela água gelada, nossas mãos entrelaçadas.
A mão que eu segurava se apertou mais em volta da minha, senti-a pular inquietante ao meu lado.
- Isso é muito perfeito, Jake! – Ela me fitou por um segundo com os olhos admirados e depois voltou seus olhos para a praia.
Me distraí com ela e acabei esquecendo do resto, fitei-a intensamente mas ela não percebeu.
A praia não se compara a ela, na verdade, não há maior beleza, se não ela.
Renesmee Black.
Nem preciso me acostumar com esse nome, ele já estava lá desde o primeiro momento em que a vi, há seis anos.
Mas ainda tenho que esperar, que ela se decida, que ela esteja pronta para me amar, como homem e mulher, como um só.
Enquanto caminhávamos em direção a “minha árvore”, a árvore que me traz lembranças boas e ruins, os momentos que passei pensando na Bella, chateado por ela não me amar como eu a amava e furioso por ela escolher o sangues... “Não posso pensar nesse nome” Edward.
Mas ela ficou melhor com ele no final, mesmo sendo um monstro. Por sorte não fiquei totalmente infeliz, ela me deu a maior recompensa que se pode receber.
“Obrigado Bella”, pensei comigo mesmo.
Nos sentamos no meio da árvore caída e velha, lado a lado. Ela ficou tensa, não entendi.
- Nunca te trouxeram aqui à primeira praia? – perguntei, fitando-a, tentando desvendar o mistério do nervosismo.
- Não, é a primeira vez. – sua voz era somente um suave murmúrio.
- É lindo, não é? – Tentei flertar, mas ela corou e desviou os olhos.
Ela limitou-se a assentir, eu já estava preocupado.
Ficamos um bom tempo em silêncio, ela com os olhos baixos, ainda corada, e eu observando a ilha James tentando esconder minha frustração.
- Jacob? – Ela pronunciou o meu nome de uma forma tão gostosa... Mas ainda de olhos baixos, esperei até que ela levantasse o olhar, mas ela não o fez.
- Sim?
- Você me ama? – Ela, finalmente, levantou seu olhar e havia lá emoções misturadas, afeto, medo, hesitação e vergonha.
Fiquei confuso com todas elas e gaguejei.
- S-sim – limpei a garganta e tentei novamente.
- Claro que a amo Nessie, você ainda dúvida? – Falei firme e confiante, aproveitando a chance para conquistá-la.
- Não.
- Então porque a pergunta?
Ela baixou o olhar e não respondeu, o vermelho em seu rosto se intensificou.
- Não vai me responder?
Ela sacudiu a cabeça, “que comportamento estranho”, pensei.
Eu tentava olhá-la nos olhos, mas quando o conseguia ela desviava, estranho.
A confusão já estava me enlouquecendo! O que eu deveria fazer?
“Somente pergunte o porque desse comportamento estranho, ora! Ela vai te responder!”, soou uma voz em minha mente, resolvi ouvi-la e perguntar a Nessie o que estava acontecendo, porém quando abri minha boca para falar me ocorreu outro pensamento.
“Não faça isso, talvez ela te peça algo, mas está nervosa, se você perguntar ela vai dizer que não é nada e você pode perder uma grande chance!”.
Confiei nessa segunda voz.
Contei cinco minutos na cabeça; ela não falou.
Contei sete minutos; ela continuou sem falar.
Contei dez e desisti.
Segurei seu rosto entre as minhas mãos quentes e virei-o para mim.
- O que você quer Nessie? – Sussurrei, frustrado.
- Você.
Ela se inclinou em minha direção os olhos se fechando com uma deliberada lentidão, inspirando, com os lábios fazendo um leve e delicado biquinho...
É agora Jake! Sua chance! Ela é sua! Vai lá garoto!
Suas duas mãos trançaram-se em meus cabelos, diminuindo a distância entre nossos rostos. Não fechei meus olhos até que faltasse apenas três centímetros para que nossos narizes se cruzarem, estava pasmo com o que estava para acontecer.
Quando finalmente nossos lábios se tocaram, puxei-a para mim, uma mão em sua nuca e uma em sua cintura, em um movimento rápido. Estávamos agora um de frente para o outro, nós dois apertando-se um no outro tentando ao máximo remover a distância que agora não mais existia.
Seus lábios eram uma mistura enlouquecedora, lábios quentes e a língua fria, de um aroma exótico que eu jamais provei. Dava água na boca.
Ela passava a língua em meus lábios levemente, fazendo-me tremer, mas não de um modo que eu viesse a me transformar em lobo, mas de uma forma que me fazia ofegar.
Com a ponta dos dedos ela fazia círculos na minha nuca, quando eu intensificava o beijo os antigos círculos não eram mais formas que pudesse se identificar.
O beijo durou muito, ela não ia parar. Quando fiquei tonto separei meus lábios dos dela, hesitante.
Ela não queria me soltar, empurrei-a com delicadeza e firmeza para trás e deixei meus lábios imóveis sobre os dela. Sorri mentalmente, enquanto ela se separava de mim deu três beijos rápidos, ela realmente não iria parar.
- Eu te amo, Jacob – ela sussurrou, olhando-me intensamente, as mãos ainda na minha nuca.
Inclinei-me até o seu ouvido direito, ela tremeu violentamente quando sentiu os meus dentes roçarem no lóbulo de sua orelha e sussurrei.
- Eu também te amo, para sempre.
Fim! *-*
O que vocês acharam? Comentem abaixo.
:*
Jacob Black and Renesmee Black
The First Kiss
Fanfic written by: Helen Emilly
- La Push.
- Como é bom estar em casa – suspirei, tentando absorver o máximo do aroma marítimo e calmante.
É incomparável poder sentir essa brisa levar os meus cabelos ao vento e ver esse mar mover-se graciosamente como uma bailarina numa sincronia irreproduzível e calculada; onda, fluxo e refluxo.
Posso até imaginá-la dançando.
Sinto-me livre. É bom às vezes nos distanciarmos das preocupações e reviver a vida. Principalmente quando estou ao lado dela...
Andávamos junto ao mar, nossos pés igualmente descalços molhados pela água gelada, nossas mãos entrelaçadas.
A mão que eu segurava se apertou mais em volta da minha, senti-a pular inquietante ao meu lado.
- Isso é muito perfeito, Jake! – Ela me fitou por um segundo com os olhos admirados e depois voltou seus olhos para a praia.
Me distraí com ela e acabei esquecendo do resto, fitei-a intensamente mas ela não percebeu.
A praia não se compara a ela, na verdade, não há maior beleza, se não ela.
Renesmee Black.
Nem preciso me acostumar com esse nome, ele já estava lá desde o primeiro momento em que a vi, há seis anos.
Mas ainda tenho que esperar, que ela se decida, que ela esteja pronta para me amar, como homem e mulher, como um só.
Enquanto caminhávamos em direção a “minha árvore”, a árvore que me traz lembranças boas e ruins, os momentos que passei pensando na Bella, chateado por ela não me amar como eu a amava e furioso por ela escolher o sangues... “Não posso pensar nesse nome” Edward.
Mas ela ficou melhor com ele no final, mesmo sendo um monstro. Por sorte não fiquei totalmente infeliz, ela me deu a maior recompensa que se pode receber.
“Obrigado Bella”, pensei comigo mesmo.
Nos sentamos no meio da árvore caída e velha, lado a lado. Ela ficou tensa, não entendi.
- Nunca te trouxeram aqui à primeira praia? – perguntei, fitando-a, tentando desvendar o mistério do nervosismo.
- Não, é a primeira vez. – sua voz era somente um suave murmúrio.
- É lindo, não é? – Tentei flertar, mas ela corou e desviou os olhos.
Ela limitou-se a assentir, eu já estava preocupado.
Ficamos um bom tempo em silêncio, ela com os olhos baixos, ainda corada, e eu observando a ilha James tentando esconder minha frustração.
- Jacob? – Ela pronunciou o meu nome de uma forma tão gostosa... Mas ainda de olhos baixos, esperei até que ela levantasse o olhar, mas ela não o fez.
- Sim?
- Você me ama? – Ela, finalmente, levantou seu olhar e havia lá emoções misturadas, afeto, medo, hesitação e vergonha.
Fiquei confuso com todas elas e gaguejei.
- S-sim – limpei a garganta e tentei novamente.
- Claro que a amo Nessie, você ainda dúvida? – Falei firme e confiante, aproveitando a chance para conquistá-la.
- Não.
- Então porque a pergunta?
Ela baixou o olhar e não respondeu, o vermelho em seu rosto se intensificou.
- Não vai me responder?
Ela sacudiu a cabeça, “que comportamento estranho”, pensei.
Eu tentava olhá-la nos olhos, mas quando o conseguia ela desviava, estranho.
A confusão já estava me enlouquecendo! O que eu deveria fazer?
“Somente pergunte o porque desse comportamento estranho, ora! Ela vai te responder!”, soou uma voz em minha mente, resolvi ouvi-la e perguntar a Nessie o que estava acontecendo, porém quando abri minha boca para falar me ocorreu outro pensamento.
“Não faça isso, talvez ela te peça algo, mas está nervosa, se você perguntar ela vai dizer que não é nada e você pode perder uma grande chance!”.
Confiei nessa segunda voz.
Contei cinco minutos na cabeça; ela não falou.
Contei sete minutos; ela continuou sem falar.
Contei dez e desisti.
Segurei seu rosto entre as minhas mãos quentes e virei-o para mim.
- O que você quer Nessie? – Sussurrei, frustrado.
- Você.
Ela se inclinou em minha direção os olhos se fechando com uma deliberada lentidão, inspirando, com os lábios fazendo um leve e delicado biquinho...
É agora Jake! Sua chance! Ela é sua! Vai lá garoto!
Suas duas mãos trançaram-se em meus cabelos, diminuindo a distância entre nossos rostos. Não fechei meus olhos até que faltasse apenas três centímetros para que nossos narizes se cruzarem, estava pasmo com o que estava para acontecer.
Quando finalmente nossos lábios se tocaram, puxei-a para mim, uma mão em sua nuca e uma em sua cintura, em um movimento rápido. Estávamos agora um de frente para o outro, nós dois apertando-se um no outro tentando ao máximo remover a distância que agora não mais existia.
Seus lábios eram uma mistura enlouquecedora, lábios quentes e a língua fria, de um aroma exótico que eu jamais provei. Dava água na boca.
Ela passava a língua em meus lábios levemente, fazendo-me tremer, mas não de um modo que eu viesse a me transformar em lobo, mas de uma forma que me fazia ofegar.
Com a ponta dos dedos ela fazia círculos na minha nuca, quando eu intensificava o beijo os antigos círculos não eram mais formas que pudesse se identificar.
O beijo durou muito, ela não ia parar. Quando fiquei tonto separei meus lábios dos dela, hesitante.
Ela não queria me soltar, empurrei-a com delicadeza e firmeza para trás e deixei meus lábios imóveis sobre os dela. Sorri mentalmente, enquanto ela se separava de mim deu três beijos rápidos, ela realmente não iria parar.
- Eu te amo, Jacob – ela sussurrou, olhando-me intensamente, as mãos ainda na minha nuca.
Inclinei-me até o seu ouvido direito, ela tremeu violentamente quando sentiu os meus dentes roçarem no lóbulo de sua orelha e sussurrei.
- Eu também te amo, para sempre.
Fim! *-*
O que vocês acharam? Comentem abaixo.
:*
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Foforks...
For those who like the saga of Stephenie Meyer (Twilight) have here a hint of a very cool site with daily information and curiosities.
Foforks:: The Green Planet:
The site has a tab (FoforFIKS) giving opportunities to people like me, writers to publish their work, a fanfics EXCITING with the story of the daughter Renesmee of Bella with Edward, and another fic (only the first chapter) call Russet Noon created by Lady Sybilla, which tells the story of Jacob after the last book Breaking Dawn, she also gave an interview about the book to the site.
If you want to read the fanfics here's the link: http://foforks.com.br/fanfics-no-foforks/
Enjoy!
NOTE: I also sent a fanfic, but I do not know if it will be published.
:*
***
Para quem gosta da saga de Stephenie Meyer (Crepúsculo) tem aqui uma dica de um site muito bacana com informações diárias e curiosidades.
Foforks:: The Green Planet:
O site tem um guia (FoforFIKS) dando oportunidades para pessoas como eu, escritores, para publicar seus trabalhos, uma Fanfics emocionante com a história da filha Renesmee de Bella com Edward, e uma outra fic (só o primeiro capítulo) chamada Russet Noon criado por Lady Sybilla, que narra a história de Jacob depois do último livro Amanhecer, ela também deu uma entrevista sobre o livro para o site.
Se você quiser ler a fanfic aqui está o link:
http://foforks.com.br/fanfics-no-foforks/
Aproveite!
NOTA: Eu também enviei uma fanfic, mas não sei se será publicado.
:*
Foforks:: The Green Planet:
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:*
Here... (Aqui...)
This is a blog created especially to publish what I do in free time ...
Soon I will be posting news.
Right now I'm working on a new project.
Wait for news.
:*
***
Esse é um blog criado especialmente para publicar o que eu faço nas horas vagas...
Em breve, estarei postando novidades.
Agora mesmo estou trabalhando em um novo projeto.
Esperem por novidades.
:*
Soon I will be posting news.
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:*
***
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